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NOVIDADES E ARTIGOS

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11 de agosto de 2018 BERAExamesOuvidos

O BERA tem o objetivo de determinar se existe ou não perda auditiva e diagnosticar o seu tipo e grau.

Avalia se a perda auditiva detectada na audiometria convencional é decorrente de uma lesão na cóclea (órgão da audição), no nervo auditivo ou no tronco encefálico.

Suas principais indicações são:
-Diagnóstico precoce da perda auditiva em crianças de qualquer idade.
-Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de icterícia neonatal ou prematuridade.
-Monitorização em pacientes em UTI, em coma ou sedados, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico da morte cerebral.
-Anomalias craniofaciais.
-Síndromes genéticas.
-Infecções por sarampo, caxumba e meningite.
-Quimioterapia.
-Queixa de zumbido.
-Detecção de tumores do nervo auditivo.


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11 de agosto de 2018 CirurgiasExamesNariz

A obstrução nasal é uma queixa frequente na prática médica.

Embora sua importância na função nasal e sua relação com outras doenças sejam hoje bem conhecidas, nem sempre é valorizada, muitas vezes passando despercebida.
As suas principais causas são:
– Rinites
– Sinusites
– Presença de tumores ou corpos estranhos no nariz
– Desvio do septo nasal
– Pólipos nasais
– Malformação nasal
– Alterações do metabolismo (hipotireoidismo, fibrose cística)
– Hipertrofia de adenóides e cornetos nasais

Somente o otorrinolaringologista pode fazer o diagnóstico e a investigação correta.


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11 de agosto de 2018 ExamesGargantaNariz

A nasofibroscopia ou endoscopia nasal é um exame indolor realizado para avaliação da cavidade nasal tanto em crianças como em adultos. Ele é realizado através da introdução, no nariz, de uma fibra ótica (rígida ou flexível) conectada à uma câmera nos orifícios nasais, para análise da mucosa e estruturas nasais. Pode-se, também, realizar a avaliação laríngea através desse exame, em pacientes que apresentam bastante reflexo nauseoso (reflexo do vômito). Todas as imagens são transmitidas para um monitor. É feita uma anestesia local, aplicada com spray para minimizar o desconforto.

Não existe um preparo especifico para o exame e também nenhuma restrição para o retorno às suas atividades após a realização do mesmo. O exame é feito em aproximadamente 15 minutos.

O exame é indicado na avaliação de:

Obstrução nasal – rinite, rinossinusite aguda, rinossinusite crônica, aumento da adenoide, desvio de septo nasal, tumores nasais
Distúrbios do olfato e paladar
Sangramentos nasais
Cefaleia
Corpo estranho
Avaliação pré-operatória


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11 de agosto de 2018 BERAExamesOuvidos

O BERA (Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico) tem o objetivo de avaliar a integridade funcional do nervo auditivo até o tronco encefálico, região esta, responsável pela integração das informações para o cérebro. Através dele, o médico poderá determinar se há ou não uma alteração na audição e o seu grau. É um teste objetivo (não depende das respostas dopaciente), indolor, não invasivo e que dura em torno de 30-40 minutos. Não depende da atenção, não emite radiações e o preparo para a sua realização é simples.

Diferencial do BERA oferecido pela Clínica Rhinus

O equipamento utilizado é um sistema absolutamente portátil (wireless). Possui recurso inovador que dispensa a sedação (anestesia) do paciente, que pode realizar o exame acordado. Isso maximiza a segurança, alivia a ansiedade dos cuidadores e reduz significativamente os custos de saúde (dispensa internação hospitalar e médico anestesista).

Dispomos de tablet e brinquedos para tornar a realização do exame mais agradável.


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20 de agosto de 2017 CirurgiasExamesOutros

Foi realizado em João Pessoa, no dia 18/08-17, Simpósio sobre Reabilitação Auditiva, no Hospital Nossa Senhora das Neves, coordenado pelo Prof. Dr. Marcos Franca.

Dia 19/08/17, na Faculdade de Medicina Nova Esperança (FAMENE), aconteceu o Curso de Dissecção Endonasal com demonstração de técnicas para cirurgia endoscópica, para os alunos da Liga de Otorrinolaringologia.

Os 2 eventos contaram com a colaboração da Dra. Aline Bittencourt.

 


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10 de março de 2017 ExamesOutrosOuvidos

Enxaqueca e tontura

A enxaqueca é uma doença bastante comum, principalmente em mulheres, que pode se iniciar já na infância e que tem como característica mais evidente a dor de cabeça.

Para o seu diagnóstico existem critérios bem estabelecidos, mas a grosso modo, o paciente deve ter história de dor de cabeça, geralmente de caráter pulsátil, que é mais comum na região temporal e que pode começar de um lado da cabeça, se irradiando para outras regiões do crânio (por isso a enxaqueca também pode ser chamada de migrânea, pois ela migra na cabeça. A dor deve ter intensidade moderada a grave.

Essa dor de cabeça deve ser acompanhada por náuseas e até vômitos e pode ser agravada pela exposição a sons e à luz. Assim, o paciente procura se proteger da luz e de sons intensos, preferindo permanecer em ambiente escuro e no silêncio.

A dor de cabeça pode ser acompanhada por outras queixas que, na verdade, podem ocorrer junto à dor de cabeça, pouco tempo antes ou após a mesma. Tais queixas podem ser visuais, como pontos escuros ou brilhantes no campo de visão ou visão dupla, assim como queixas auditivas, como zumbido ou sensação de pressão nas orelhas. Outros sintomas podem também ser percebidos, como dormência ou formigamento em diferentes locais do corpo, assim como dificuldade para engolir ou engasgos, até dificuldade para falar.

Essa dor de cabeça, após investigação, não deve ser explicada por nenhuma outra doença, mesmo após exames avançados, como tomografia ou ressonância magnética.

Na história do paciente é importante investigarmos 2 coisas:

. História de queixas semelhantes na família – a enxaqueca costuma ser comum em indivíduos na mesma família. Por isso, é essencial que isso seja questionado ao paciente.

. História de cinetose ou intolerância a movimentos – esses pacientes costumam se queixar de mal estar, tontura, náuseas e até vômitos quando se submetem a movimentos, desde o simples fato de andar de carona em veículo automotor, como carros ou ônibus, até se movimentar em brinquedos de parque de diversões, como gira-gira ou montanha-russa.

Os indivíduos com enxaqueca também apresentam maior tendência a se queixarem de tontura e mal-estar quando se levantam bruscamente, a dita hipotensão postural. Isso decorre do simples fato da pressão arterial cair bruscamente quando o paciente muda da posição deitada ou sentada para a posição de pé.

Eles também costumam apresentar maior tendência à intolerância à lactose do que a população geral. Porém, isso não quer dizer que todos que são intolerantes à lactose têm enxaqueca.

Mas onde entra a tontura nessa história toda??

Além da tontura que pode acompanhar a dor de cabeça, descrita logo acima, a enxaqueca pode deflagrar tontura por meio da estimulação do labirinto (Enxaqueca Vestibular). Na verdade, essa causa de tontura tem sido descrita como a 2ª grande causa de tontura de origem labiríntica. E o mais importante: na enorme maioria das vezes, a dor de cabeça e a tontura, de origem do labirinto, não ocorrem juntas. Ou seja, não devemos esperar que ocorram tontura e dor de cabeça ao mesmo tempo para fazer o diagnóstico de Enxaqueca Vestibular.

Desse modo, um otorrino especialista em tontura (Otoneurologista), por meio da história do paciente, exame físico e alguns exames complementares, pode fazer esse diagnóstico.


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26 de fevereiro de 2017 ExamesOuvidos0

O que é o Exame de BERA?

O BERA (Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico) tem o objetivo de avaliar a integridade funcional do nervo auditivo até o tronco encefálico, região esta, responsável pela integração das informações para o cérebro. Através dele, o médico poderá determinar se há ou não uma alteração na audição e o seu grau. É um teste objetivo (não depende das respostas do paciente), indolor, não invasivo e que dura em torno de 30-40 minutos. Não depende da atenção, não emite radiações e o preparo para a sua realização é simples.

Qual a sua finalidade?

  • Determinar se existe ou não perda auditiva e diagnosticar o seu tipo e grau.
  • Avaliar se a perda auditiva detectada na audiometria convencional é decorrente de uma lesão na cóclea (órgão da audição), no nervo auditivo ou no tronco encefálico.

Como é realizado?

  • A pele atrás das orelhas e na testa é limpa com pasta abrasiva e são fixados eletrodos (com uma fita adesiva antialérgica) nestes locais e ainda são colocados fones.
  • O paciente recebe o estímulo sonoro através de fones.
  • Sempre que o nervo auditivo e as estruturas do cérebro forem ativados pelo estímulo sonoro, é gerada resposta que é captada e registrada no equipamento e interpretada pelo examinador.

Requisitos para realizar o exame

  • O paciente deve estar o mais relaxado possível (para que reduza a interferência no traçado do exame). Ë possível que realiza movimentos leves de mastigação, sucção, ou de pernas e braços.
  • Crianças pequenas e bebês podem ser posicionados no colo dos responsáveis, no carrinho ou no bebê conforto.
  • São colocados fones para que o paciente receba os sons e pequenos eletrodos, que irão registrar os impulsos gerados como reação aos estímulos sonoros.

Indicações

  • Diagnóstico precoce da perda auditiva na criança de qualquer idade, ou mesmo adultos, pessoas nas quais não tenha sido possível realizar uma testagem subjetiva confiável
  • Acompanhamento da maturidade das vias auditivas no quadro de icterícia neonatal, prematuridade, bebês que nasceram com baixo peso ou que permaneceram em UTI ou que apresentaram infecção congênita (toxoplasmose, citomegalovírus, rubéola, herpes, sífilis, HIV, vírus da Zyka)
  • Anomalias craniofaciais
  • Síndromes genéticas
  • Infecções por sarampo, caxumba, meningite
  • Queixa de zumbido
  • Detecção de tumores do nervo auditivo
  • Monitorização em pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI), em coma ou sedados, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico da morte cerebral (principalmente em pacientes doadores de órgãos)

Diferencial do BERA oferecido pela Clínica Rhinus

O equipamento utilizado é um sistema absolutamente portátil (wireless). Possui recurso inovador que dispensa a sedação (anestesia) do paciente, que pode realizar o exame acordado. Isso maximiza a segurança, alivia a ansiedade dos cuidadores e reduz significativamente os custos de saúde (dispensa internação hospitalar e médico anestesista).

Dispomos de tablet e brinquedos para tornar a realização do exame mais agradável.


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